Já apostei com diversos amigos que este senhor vai continuar nas listas do PS às legislativas de Outubro. O país e o partido têm uma dívida para com ele. Até à eternidade, ao que parece. A que chegou o ridículo.
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sexta-feira, 27 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Puro veneno
Será que a maioria dos jornalistas sabe que o zé povo, aquele que decide quem ganha o quê nas urnas está-se a cagar (literalmente) se Manuel Alegre foi ou não ao congresso do PS? À falta de melhor, os escribas da praça fartam-se de lhe dar tempo de antena. Como não há oposição digna de nome, que venha o Alegre com mais umas larachas. Irra!
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Manuel Alegre
O que mais me incomoda nesta história das críticas diárias de Manuel Alegre ao PS é ele não se assumir, na plenitude. O deputado, sempre eleito pelo PS, deveria ter a coragem de demarcar-se de vez, de cortar o cordão umbilical, abdicar do cargo de vice-presidente da Assembleia da República e tornar-se independente. Ele não deve nada ao partido mas, neste momento, o PS também não lhe deve muito. Aborrece esta forma de estar na política. Alegre faz a apologia democrática nos fóruns, nos jornais, nos debates, mas não toma uma decisão digna de registo.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
E se o mito acabasse?
Manuel Alegre transporta um mito consigo. Acredito que tenha um dilema por resolver. Uma luta consigo próprio, quiçá. Quanto valerá Alegre? Que peso tem este poeta gigante no xadrez político nacional? É que as presidenciais já foram e o milhão de votos - para mim - também. Acreditará alguém que conseguiria repetir a proeza, num movimento candidato às próximas legislativas? Não estará na hora de acabar com mais este mito? Ou terá a nação uma dívida eterna para com o histórico socialista? É que começa a ser fastidioso vê-lo levantar o braço contra o seu partido, em votações no Parlamento. Alegre está num partido, num grupo parlamentar. Aceitou as regras. Que mania a sua do minutinho de glória na hora das votações... Irra!sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Sem rupturas
Reconhecer aos gay a direito de casarem entre si não me causa calafrios. Os tempos fazem-se e ver dois homens ou duas mulheres casados é quase tão natural como reconhecer aos heterossexuais o direito a procriarem. Em mentes atrofiadas a ideia não é bem colhida. Apesar de respeitar custa-me a aceitar a negação de um "direito natural". Hoje, na Assembleia da República, o diploma do BE só foi chumbado devido ao calendário eleitoral do PS. Com o PSD a definhar e o CDS a derreter-se com a fumaça expelida por Paulo Portas, Sócrates não arrisca uma eventual cisão com a designada ala progressista. Venceu o novo PS. Manuel Alegre fez, uma vez mais, a "chamadinha de atenção", do género: "meninos, olhem, eu estou aqui".
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
Cavaco abandona?
Cavaco Silva poderá estar de saída do Palácio de Belém. Diversas fontes amigas têm sublinhado que, nas redacções e em surdina, fala-se de que Presidente da República prepara, há já algum tempo, a sua renúncia ao cargo, por motivos de doença. Nada foi, contudo, confirmado. Falando de cenários e a acontecer a saída de cena de Cavaco será uma machadada séria em tempos conturbados. Cavaco conseguiu granjear a simpatia e até apoio da generalidade da população e forças vivas. A realizar-se este hipotético abandono quem se perfilhará para lhe suceder? Tanto a direita como a esquerda terão muitas difuldades em apoiar um candidato consensual: será que Alegre arrisca de novo? Júdice pelo centro-direita?
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