domingo, 12 de outubro de 2008
No Chiado
Contemplar Lisboa...do alto

sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Sem rupturas
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Jean-Marie Gustave Le Clézio
Saiba mais sobre este francês.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Será?

PS: Portugal reconheceu a independência do Kosovo. Por mais engulhos que provoque que outra solução tinha? A cortina de ferro está aí. Nós, como sempre, estamos do lado dos EUA... Uma vez mais Luís Amado foi dos poucos, na esfera do PS, a compreender publicamente a aliança de Durão Barroso na Cimeira dos Açores, antes da invasão do Iraque. Gostava que me explicassem como poderia Portugal dizer "não" ao bloco ocidental? Que eu saiba já começamos a fazer prospecção de petróleo mas ainda não o encontramos.
Tapar a vergonha
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Sobriedade de volta
sábado, 4 de outubro de 2008
As baleias e a "emissora do cambado"

*A música é de 1981
O que é nacional é bom
Lisboa-Porto-Lisboa. A viagem de avião faz-se bem, dura 30 minutos e contamos com a simpatia portuguesa de servir um bolinho e uma bebida. Em tão pouco tempo é de louvar a manutenção de uma boa atenção com os passageiros. Ao contrário de outras companhias (Ibéria à cabeça), ainda é possível o "chá, café, laranjada?" a bordo da TAP. Com uma boa rede de metro no Porto já compensa ir de avião até à Invicta. As promoções em http://www.flytap.com/.quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Os insuspeitos do regime
Ter uma caneta na mão e um espaço num jornal é perigoso. A exposição mediática é traiçoeira. Ninguém é impoluto, moralmente superior, insuspeito. Todos temos “telhados de vidro”, de maior ou menor gravidade. Tudo muda de figura, se quem tem a caneta na mão escreve artigos de opinião. Há a tentação de discorrer sobre pessoas e os seus comportamentos. Confesso que tenho acompanhado “ao de leve” a polémica atribuição de casas da Câmara de Lisboa. Sei, no entanto, que isso acontece em todo o lado e – pasme-se – não me choca. O que já me causa calafrios – será mesmo? – é ver paladinos da ética, da moral., da esquerda democrática, da inteligência nacional, a usufruir de favores, como se estivessem a dormir debaixo da ponte. O infalível Baptista-Bastos, que nunca mais escreveu uma linha sobre Alberto João Jardim, após um acordo de cavalheiros, que o salvou de pagar uma choruda indemnização ao presidente da Madeira, por ofensas, é um dos felizes contemplados da beneficência camarária. Paga, segundo a Imprensa, 215€ por mês, por um apartamento para os lados da Luz. Não vou cair na facilidade de criticar por criticar. Este senhor, que vi há semanas, com um carro de compras no elitista supermercado do El Corte Ingles, que escreve semanalmente nos jornais, que já foi vedeta de televisão, que publica livros, que bate a sério nos prevaricadores, é o mesmo que tem uma casinha de “favor”? Nada me move contra BB. O que não me impede de lhe aplicar a velha máxima: “quem tem telhados de vidro…”.
PS: Confesso que me custou a colocar esta mensagem no ar, anteontem. Afinal este é um blogue de “Intimidades”. Aguardei pela crónica semanal de BB, no DN de ontem. Decidi avançar. O jornalista-escritor não diz nada, fala como se o estivessem a atacar. Nomeia a tão inglória teoria da cabala e invasão da privacidade. Li que BB comprou uma casa em Constância no ano em que recebeu outra do município de Lisboa. Não sei se é verdade. Mas está escrito e não foi desmentido. Para mim este assunto está encerrado. Com todas as ilações retiradas, claro está. Uma vez mais, meu caro Alexandre O’Neil, você tem razão: «País em que qualquer palerma diz, não, não é para mim este país».