quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Parece que...

A Justiça não funciona assim tão mal; investiga, investiga, escuta, vê e ... nada!
Até quando? O sentimento de impunidade neste país incomoda. Veja-se o que se passa agora com uma mulher que escreve um livro (todos o fazem, actualmente) e que os media projectam até doer. Estão a investigar... Acredito que existam muitos com o rabo a arder... mas e, então?
«País em que qualquer palerma diz, não, não é para mim este país», gloriosas palavras de O' Neil..

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Sophia, sempre


«Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto ao mar» - Sophia de Mello Breyner Andresen

Jura


Sei que estás desse lado. Não sei se agora. Mas sei que um dia estarás. Estes dias azuis e cinzentos trazem-me à memória tantas coisas, revestidas do tom do oceano, do alegre cantar dos pássaros que beijam suavemente estas correntes quentes e frias. Reaprendi a Amar. Redescobri o valor dos mais pequenos gestos, o sentido do olhar descontraído mas penetrante, esguio mas atento, leve mas profundo. Do mais ínfimo traduz-se também os nossos dias. Do seu significado singelo mas poderoso. (Por norma valorizamos sempre mais o negativo. O “positivo” voa rápido e, quantas vezes, não sabemos saborear momentos que nos fazem verdadeiramente felizes). No Outuno dos nossos dias, implacável, dominador, assustador, vi a luminosidade da tua alma, a vontade do teu eu, a carícia tão bem espelhada nessas mãos lânguidas que me afagam com a mais rica ternura. És tu! E eu aqui, deste lado, à espera que me leias, como se fosse um menino desprotegido. Serei? Jura que o tempo não vai abafar o nosso sentimento, jura que me vais amar, que me vais procurar, que me vais encher as medidas todos os dias. Jura que vais ser o meu porto, o ninho de todos os encontros.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

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