
Marcelo Rebelo de Sousa tocou na ferida. No seu programa dominical fez o que Manuela Ferreira Leite deveria, efectivamente, assumir: o combate ao primeiro-ministro, político, mas duro. Disse Marcelo que os portugueses vão ter de, nas urnas, dizer se concordam ou não com o
perfil de José Sócrates. Do homem, "chico-esperto", que compra casas mais baratas que os outros, num prédio luxuoso de Lisboa e do homem que faz uma licenciatura (?) de forma mais fácil que os outros. O professor atingiu, no nervo central, a estrutura do PM. Lançou um arpão certeiro. Que coloca em dúvida a seriedade do secretário-geral do PS. Manuela não tem jeito para este género de acusações. Uma fatalidade que vai permitir a Sócrates ter mais vidas do que o próprio imaginaria.
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