
Há uns anos atrás levantei o sobrolho quando o chefe de redação do DN Madeira me incumbiu de fazer um trabalho sobre a Barbie. Isso mesmo, a boneca. Para publicar numa edição de Natal. Quando me lancei à missão constatei a importância do tema. Pesquisei (não havia Google), fui às lojas saber quais os modelos preferidos, o nível de vendas, falei com educadores e psicólogos. Bem ou mal escrito, o trabalho da Barbie tinha um fio condutor, uma história que interessava a milhares de pais.
Na época de Verão, lembro-me de ter calcorreado freguesias do norte da ilha, onde fizemos reportagens com as forças vivas, sobre os costumes, que motivaram comunicados políticos de crítica.
Não entendo este medianismo.
PS: continuo à espera sugestões para o post anterior.
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