
Agosto é, por norma, um mês calmo, de férias. Eu gosto de trabalhar em Agosto, mas conheço muita gente que não prescinde do oitavo mês do ano. O que tenho vindo a constatar é a euforia com muita gente vai de férias. Em vez de se dedicarem à leitura, a umas braçadas no mar ou às actividades que mais gostam, vincunlam-se ao... trabalho. E é tão engraçado ver essa malta, que muitas das vezes, não passa de simples "presidente de junta", com o computador portátil, com o telemóvel, perdão,
BlackBerry. E, quais insubstituíveis, atendem as chamadas, respondem às sms, aos e-mails... às solicitações do patrão/chefe, na praia, na piscina. Considero-os, salvo raras excepções de determinadas profissões, os MISERÁVEIS dos nossos dias. Esta pseudo-elite, "novos ricos" e afins que, como se diz na minha terra, "basta terem a chave da casa-de-banho para se julgarem mportantes" não têm mais que fazer na vida? Mascaram, muitas vezes e com estes comportamentos, carências afectivas graves, traumas, inseguranças. Uma nova moda, esta! Para dar muito trabalhinho aos "psi".
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